João Gilberto Noll, escritor gaúcho, tem 15 livros, entre os quais "O cego e a Dançarina", "Lorde" e "Acenos e Afagos".Ganhou cinco vezes o Prêmio Jabuti.Tem três filmes baseados em obras suas: "Nunca fomos tão felizes", dir. de Murilo Salles, "Harmada", de Maurice Capovilla e "Hotel Atlântico", de Suzana Amaral.Deu aulas de literatura brasileira na Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA).
Roseana Murray, nasceu no Rio de Janeiro em 1950. Graduou-se em Literatura e Lingua Francesa em 1973 (Universidade de Nancy/ Aliança Francesa).
Publicou seu primeiro livro infantil em 1980 (Fardo de Carinho, ed. Murinho, R.J). Em 2011 tem mais de 60 livros publicados. Tem dois livros traduzidos no México (Casas, ed. Formato e Três Velhinhas tão velhinhas, ed. Miguilim/ Ibeppe) . Seus poemas estão em antologias na Espanha. Tem poemas traduzidos em seis linguas ( in Um Deus para 2000, Juan Arias, ed. Desclée e Maria, esta grande desconhecida, Juan Arias, ed. Maeva.).Recebeu o Prêmio O Melhor de Poesia da FNLIJ nos anos 1986 (Fruta no Ponto, ed. FTD), 1994 (Tantos Medos e Outras Coragens, ed. FTD) e 1997 (Receitas de Olhar, ed. FTD).
Recebeu o Prêmio Associação Paulista de Críticos de Arte em 1990 para o livro Artes e Ofícios, ed. FTD, S.P.
Entrou para a Lista de Honra do I.B.B.Y em 1994 com o livro Tantos Medos e Outras Coragens tendo recebido seu diploma em Sevilha, Espanha.
Recebeu o Prêmio Academia Brasileira de Letras em 2002 para o livro Jardins ed. Manati, R.J como o melhor livro infantil do ano.
Participou ao longo destes anos de vários projetos de leitura. Implantou em Saquarema, em 2003, junto com a Secretaria Municipal de Educação, o Projeto Saquarema, Uma Onda de Leitura.
Laurentino Gomes, paranaense de Maringá, nasceu em 1956. É jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná, com pós-graduação em Administração pela Universidade de São Paulo e cursos na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e Vanderbilt, nos Estados Unidos. Em trinta anos de profissão trabalhou como repórter e editor para alguns dos principais veículos de comunicação do Brasil, incluindo o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Veja. É também autor de uma versão juvenil do livro 1808, ilustrada com aquarelas da artista plástica gaúcha Rita Brugger. Destinada a estudantes e adolescentes, essa edição foi lançada em abril de 2008 pela Editora Planeta. O propósito do seu trabalho, resultado de dez anos de investigação jornalística, foi resgatar, registrar e contar de forma acessível.
Guilherme Fiuza, é escritor e jornalista, autor de “Meu nome não é Johnny” (Record, 2004), que vendeu mais de 50.000 exemplares e deu origem ao filme – uma das maiores bilheterias de 2008, com mais de dois milhões de espectadores. Foi editor de Política em O Globo e mantém o blog www.colunas.epoca.globo.com/guilhermefiuza no portal da revista Época. Lançou recentemente o livro “ Bussunda A vida do Casseta” (Objetiva,2010), com excelente repercussão na mídia. Seu livro anterior, Amazônia, 20º andar (Record, 2008), conta a história real de uma mulher que trocou a cidade pela floresta e ganhou o mundo. Autor, também, de 3.000 dias no bunker (Record, 2006), uma reportagem sobre os bastidores do Plano Real.
Ana Paula Maia, escritora carioca. Publicou o primeiro folhetim pulp na internet brasileira em 2006 - Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos - que chegou às livrarias em 2009, em versão impressa pela Editora Record. É autora dos romances A guerra dos bastardos (Língua geral, 2007) e O habitante das falhas subterrâneas (7 letras, 2003).
A guerra dos bastardos e Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos foram adaptados juntos para o cinema por Ângelo Paes Leme e Anna Sophia Folch, e será produzido por Mariza Leão – produtora de Meu nome não é Johnny. O filme se chamará Dias quentes.
Tem contos publicados em diversas antologias, entre elas 25 Mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira, org. Luiz Ruffato (Record, 2005); Todas as Guerras - Volume 1 (Tempos modernos), org. Nelson de Oliveira (Bertrand Brasil, 2009); Sex´n´Bossa (Itália) e na antologia digital Enter, org. Heloísa Buarque de Hollanda: www.oinstituto.org.br/enter
Mantém o blog www.killing-travis.blogspot.com
José Carlos Capinan,é considerado um dos grandes letristas de sua geração, tendo participado ativamente do movimento tropicalista no fim da década de 60. Poeta desde a adolescência, mudou-se para Salvador aos 19 anos, onde iniciou o curso de Direito, na Universidade Federal da Bahia. Militante fervoroso do CPC da UNE, fez logo amizade com Caetano Veloso e Gilberto Gil.
Participou do primeiro disco de Gilberto Gil, em 1966, dividindo a parceria na faixa “Viramundo”. No mesmo ano, sua música “Canção para Maria”, defendida e composta em parceria com Paulinho da Viola, é um dos destaques do II Festival de Música da Record, obtendo a terceira colocação.
Torna-se um dos mais assediados letristas da época e vence com Edu Lobo o Festival da Record de 1967, com a canção “Ponteio”. Compõe com Gil o clássico “Soy Loco por Ti, América”, e integra o histórico disco “Tropicália” (68), ao lado de Caetano, Gil, Mutantes, Gal Costa, Tom Zé, Rogério Duprat e Torquato Neto. Dividiu parcerias com grandes nomes da música, como Jards Macalé (em “Gotham City”, vaiadíssima no IV Festival Internacional da Canção de 1969), Fagner (em “Como se Fosse”) e Geraldo Azevedo (em “For All Para Todos”). Em 1996, publicou o livro de poemas Uma Canção de Amor às Árvores Desesperadas.
Em 2000, compôs a ópera “Rei Brasil 500 Anos” ao lado de Fernando Cerqueira e Paulo Dourado, uma crítica as comemoração dos 500 anos de Descobrimento do Brasil, e dividiu parceria nos novos discos de Tom Zé (em “Perisséia”) e de Sueli Costa (em “Jardim”).
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